sábado, 29 de setembro de 2012

God gave you two goddamned hands for a reason

Tava aqui a pensar, no perfeito início de texto para a minha situação laboral actual, mas a verdade é que não há início perfeito.

E da mesma forma que não há início perfeito, também não há fins perfeitos, porque se há um fim, é porque algo a meio do caminho deu uma volta de 180º.

Será que tomei a decisão certa? Será que tomei a decisão errada? O que sei é que, não obstante o facto de ter cometido uma asneira nos tempos que correm, de acordo com a minha consciência, estou com a mesma tranquila e preparada para novas situações, novos desafios.

Por vezes há coisas que têm que terminar quando tiverem que terminar, independentemente do que lhes seguir. Pura e simplesmente devem terminar.

Por outro lado, sabe-me bem ter mais algum tempo para mim, pois de facto está a permitir-me pôr as ideias em ordem e voltar à caça. Bater o terreno. Ver o que há aí fora.

E verdade seja dita, o que há aí fora até parece ser engraçado.

Bom, é o fim de uma bela manhã de Sábado, ainda tenho que ir estender roupa com calma...o Sol brilha lá fora, e como estará a pensar o meu colega de blog "Este gajo anda a fumar umas cenas...", nop... n me meto nisso. Como disse há uns posts atrás, estes exercícios sabem bem, quanto mais não seja para esvaziar a mente e deixá-la aberta a novas experiências.

Realmente, o dia lá fora está bastante engraçado, quem sabe se se mantém assim amanhã...

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O que eu me ri...

Pérola do Anarud:

amandava-lhe ca piça no buraquinho dos bombons...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Balas e Bolinhos 3 - A crítica

Pois bem amiguinhos... aqui o Anarud foi este fim-de-semana com a sua respectiva ver o tão aclamado, o quasi-galardoado com o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, o inigualável (sim... pq igual a este sem aquelas quatro maravilhosas personagens não teria a menor piada).... BALAS e BOLINHOS 3 - O último capítulo.

Para quem não está familiarizado com a saga, a mesma relata as aventuras e deseventuras de 4 indivíduos cujo sotaque deixa a adivinhar um cheirinho de Norte (pronto, tanto quanto sei, são de Valongo... satisfeitos?), de seus nomes: Tone, Rato e Culatra e Bino. Vamos a uma breve descrição dos mesmos:

Tone: O quasi-auto-proclamado líder da pandilha. Quando requer mestria tática e pensamento, lá está ele.
Rato: O eterno esquemista. Esquemas, assaltos e vaquinhas é com ele.
Culatra: Sempre cheio de truques e artimanhas, mantendo no entanto sempre uma pinta de estilo.
Bino: O eterno mocado do filme. Tem no entanto um jeito de aparecer sempre no local certo, à hora certa.

O primeiro filme da saga estreou-se em 2004, salvo erro, pelas mãos de um canal de televisão revolucionário, de seu nome SIC Radical. Mal sabiam eles que estavam perante um dos futuros ícones populares desta geração. Isto é: Se não viu o Balas e Bolinhos, ainda não viveu a vida.

Cerca de 2 anos depois, surge o Balas e Bolinhos 2, com participação de Fernando Rocha, mais um digno representante do Norte de Portugal, cuja profissão é feita de fazer os outros rir (e note-se que o gajo tem jeito para a coisa).

Eis-nos em 2012 e, com muita pena nossa, mas enfim, todos os ciclos têm que ter um fim, eis que surge o "Balas e Bolinhos 3 - O último capítulo".

Eu pessoalmente tive alturas durante a visualização do mesmo em que fui às lágrimas de tanto rir e assim também aqueles que compartilharam comigo a sala 5 dos cinemas Vasco da Gama.

Atenção: Este filme não é de todo para as crianças. Portanto, se são pais, avaliem se de facto querem que os vossos filhos assistam ao mesmo.

Outra pequena nota, para os mais sensíveis: O filme, como não poderia deixar de ser, está pejado de calão (ou seja, foda-se, caralho, merda, puta que pariu e outro vernáculo similar). Portanto se é sensível a estas palavras, não vá ver. E aproveite para meter um limão no cú, pois esse esfíncter precisa de relaxar.

Para si que não é sensível, que se considera culto, mas que n dispensa um pouco de humor brejeiro: Este filme é indicado para si, completamente.

Eu fui e A D O R E I! E note-se que me considero bastante culto, pelo que sabe bem por vezes entrar neste pequeno mundo do disparate.

Bom, já chega por hoje...

Até à próxima alarvidade (ou filme cómico português digno de uma crónica)
Anarud

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Momento de silêncio

Hoje, neste dia, os autores deste blog... ou pelo menos eu, pedem um momento de silêncio pelo falecimento de um dos atores mais completos de Hollywood dos últimos tempos.

Michael Clarke Duncan
http://en.wikipedia.org/wiki/Michael_Clarke_Duncan

Este homem fez-nos rir, chorar, pensar...enfim...

Do seu acervo cinematográfico, destaca-se evidentemente o filme "Green Mile" (PT: À espera de um milagre), onde a personagem dele consegue levar-nos todo o espectro de emoções. Recomenda-se vivamente a visualização do filme para perceber quão talentoso foi este homem.



Michael Clarke Duncan
Born: 10/12/1957
Died:03/09/2012
Rest in peace, oh gentle giant.
(Imagem cortesia do site IMDB)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Umas quantas cenas que me estão a passar pelos cornos neste momento

Nú... é como neste momento estou. A escrever-vos estas linhas, não só estou nú de alma bem como de corpo (que diga-se de passagem está feio de toda a gordura que alberga).

Escrevo-vos do conforto do quarto de hotel onde estou hospedado, onde se pode afirmar que estou num espécie de mini paraíso privativo. Só meu e de mais ninguém.

Hoje aproveitei para meter conversa com um colega de trabalho com quem não já não tinha o prazer de trocar dois dedos de tecla e, para pouco espanto meu, a perspectiva dele em relação à nossa entidade empregadora é quase igual à minha, embora o grau de visceralidade perante a mesma seja largamente diferente e superior ao meu.

É triste não acham? Eu cá acho que sim... especialmente nos tempos que correm é cada vez mais difícil uma empresa perceber que depende dos seus colaboradores para existir.

No entanto, é mais fácil utilizar desculpas completamente absurdas para justificar um aumento, por mais pequeno que este possa ser. E isto aplica-se a todos os setores da vida laboral deste país, o qual já não mais do que engrossa as fileiras da empresa que se chama Desemprego S. A.. "SA?", decerto perguntam-se... pois bem... conhecem individualmente cada uma das pessoas que compõem os 15% de desempregados neste país?

Pronto... daí o anónimo.

Perdoem-me se isto não vos parecer ter nexo, pois a ideia é mesmo não ter. Preciso somente de ter um local onde posso exorcizar ocasionalmente tudo aquilo que me irrita ou preenche a mente, enquanto beberrico um café de hotel (bem bom, por sinal). Por vezes, é bom fazer estes pequenos exercícios de escrita, mesmo que nos soe a merdas completamente desconexas, sem sentido algum a não ser para o autor das mesmas.

(Neste momento, o co-autor deste blog já deve ter lido as linhas acima e disse: Thank you, Captain Obvious. A ele digo: Não tens de quê, estou cá é para isso.)

Outra coisa que me pergunto: Porque é que a RTP passa programas sobre portugueses que emigraram? Não vos parece quase que propaganda propositdada da parte do canal de televisão público? "Portugueses no Mundo"... foda-se, RTP, nósa sabemos disso, nós chegámos a dividir o Mundo com os Esapnhóis.

Se hoje em dia, alguns países do Mundo falam português, a nós o devem.
Se hoje em dia, o português é a 6ª língua mais falada no mundo (e por conseguinte, a 6ª língua mais propensa a ser axaxinada pelos seus falantes), a todos esses países e a nós próprios, lusófonos, o devemos.

Se estamos na situação de merda em que estamos, a nós, e só a nós Portugueses, o devemos.

Devemos exigir mais de quem nos governa? Claro que sim.
Devemos exigir transparência, clareza e simplicidade na forma como quem nos governa redige as leis que nos regem? Foda-se, evidentemente que sim.

Devemos tentar melhorar a nossa comunidade local? Isto ainda se pergunta? Claro que sim, ó gente mentecapta...

Mas não, estamos demasiado preocupados com o próprio umbigo e sempre na eterna atitude do "Estimo que se fodam".

Não percebo este meu povo... em 900 anos nós formámos uma nação, explorámos o Mundo, tivemos Rei, Ditador e Democracia... para agora estarmos na merda, mais uma vez?

Não vos percebo, portuguese e ao não vos perceber, não me percebo também.

Vamos começar a exigir mais de quem nos governa, mas sabendo perfeitamente que: Se queremos mais, também temos que dar mais...

Vamos começar a olhar para os outros países (principalmente aqueles cujo orçamento de estado até dá lucro) e aprendamos com eles. Mesmo que isso tenha o custo de nos modificarmos como sociedade.

Mas vamos pensar que pelo menos temos algo para deixar às gerações vindouras do que dívidas e um país em ruína. Vamos antes deixar algo próspero, feito com cabeça, a pensar no futuro, e que acima de tudo as gerações seguintes saibam como manter e nutrir para continuar a florescer.

Senão, para que caralho é que o outro matou a própria mãe há 900 anos atrás?

Pronto, acabou-se o café que até me estava a saber bastante bem, bem como a televisão do quarto passou para o modo de menu... é bom saber que ao menos isto se cala.

Bom, tá a ficar frio... tá na altura de ir mas é para a caminha... pois amanhã tb é dia, e o trabalho está lá muito bem onde está...

Até às próximas alarvidades da minha pessoa.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Vikings, pá, Vikings...



E para n dizerem que só passamos música das Américas, cá fica um êxito das terras nórdicas. Enjoy

Oh pá....



Vamos aproveitar este momento para reflectir...